
De toda a saga Command & Conquer, Red Alert é sem qualquer dúvida um dos títulos mais bem conseguidos que já joguei. Red Alert explora uma alternativa à Guerra Fria em que o embate entre as duas grandes super potências existiu.
Agora eis que oito anos depois do lançamento de Red Alert 2, e depois do sucesso de Tiberium Wars, a Electronic Arts se prepara para lançar Red Alert 3, e que bom aspecto que ele tem.
Em Red Alert 3, a liderança desesperada de uma União Soviética condenada viaja atrás no tempo para mudar a história e restaurar a glória da Mãe Rússia. Esta viagem no tempo corre mal, criando uma realidade alternativa onde a tecnologia tomou um rumo completamente diferente, uma nova super potência surgiu e a Terceira Guerra Mundial está a começar. O Império do Sol Nascente apareceu no Oriente, fazendo da Terceira Guerra Mundial uma luta a três entre a União Soviética, os Aliados, e o Império, com exércitos equipados armas incríveis como Tesla Coils, unidades de teleportação, ursos blindados, golfinhos inteligentes, fortalezas flutuantes e tanques que se transformam.
Red Alert 3 põe a pergunta “E se?” E se cada experiência bizarra dos últimos 70 anos tivesse realmente dado frutos? E se a experiência de Filadélfia, viagens no tempo, invisibilidade, teleportação, e centenas de outras experiências tivessem tido sucesso e proliferado? E se a União Soviética tivesse sobrevivido, como seria passado 10 anos? E se o Império do Japão nunca tivesse caído e se tivesse tornado numa super-potência tecnológica? O resultado final é uma versão alternativa do futuro cheia de possibilidades.





