casaarvore03 Restaurante casa na árvore

Quando se é pequeno, o sonho de qualquer criança com um quintal é ter uma casa na árvore. Pelo menos o meu era, e ainda fiz umas tentativas, mas carpintaria não é bem o meu forte e a coisa não era lá muito estável.

No Japão, mais concretamente na entrada do parque de Onoyama, na cidade de Okinawa, um proprietário que, com certeza, deve ter crescido com a obsessão pela sua casa na árvore, resolveu construir um restaurante no topo de uma árvore.

O Naha Harbor Diner está construído no topo de uma replica de tamanho real da árvore figueira-de-bengala. Com acesso através de uma escada em espiral e um elevador no interior do tronco, o restaurante é especializado em comida asiática, com produtos plantados e colhidos frescos das quintas da região.

casaarvore01 Restaurante casa na árvore casaarvore02 Restaurante casa na árvore

Posted on 23 de Outubro de 2008 by Luis in Mundo

  roadsworth1 Arte nas estradas critica cultura urbana roadsworth2 Arte nas estradas critica cultura urbana roadsworth3 Arte nas estradas critica cultura urbana

Frustrado com a falta de segurança para os ciclistas nas cidades de hoje em dia, Peter Gibson começou (ilegalmente) a pintar ciclovias extra nas ruas de Montreal em 2001. E não demorou muito para começar também a expressar outras questões. A sua intenção, um pouco como o grupo 6emeia no Brasil, é criticar e sensibilizar pessoas e condutores para as condições confinantes de viver num meio urbano.

Na sua declaração, Peter Gibson diz que “Dada a possibilidade de se mover entre o trabalho, o ginásio e de volta para casa, sem nunca por os pés na rua, não é de surpreender que muitas pessoas não estejam em contacto com o que as rodeia. Em tais condições, o espaço é meramente transitório, e o cenário do ponto A ao ponto B é portanto tratado como tal.”

Peter Gibson continuou o seu trabalho até 2004, quando foi preso e acusado de mais de 80 ofensas à integridade publica. Com o apoio público do seu lado, a sua sentença foi diminuída: uma pequena multa e 40 horas de trabalho comunitário criando arte legal. Hoje em dia é muitas vezes contratado para criar arte legalmente.

CONTINUAR A LER >

Posted on 22 de Outubro de 2008 by Luis in Arte, Mundo

energy_seed Energy Seed - Candeeiro a pilhas usadasEmbora os hábitos dos consumidores tendam cada vez mais para o uso de pilhas recarregáveis, ou mesmo aparelhos que não usem qualquer tipo de pilhas, ainda há quem use pilhas descartáveis, que, como se sabe, apresentam um sério problema ambiental. Com isto em mente o designer Sung Woo Park criou um candeeiro que pode ser a solução, e o incentivo extra, para a reciclagem destas pilhas.

A ideia é simples. Cada candeeiro servirá, ao mesmo tempo, como o candeeiro em si, e como pilhão.Em cima podem encontrar-se aberturas para praticamente qualquer tipo de pilha. A réstia de energia ainda presente nestas pilhas irá alimentar o candeeiro. As pessoas, e talvez principalmente as crianças, irão assim, sentir-se encorajadas a reciclar. Estabelecendo assim, uma ligação visual com o acto da reciclagem.

energy_seed3 Energy Seed - Candeeiro a pilhas usadas energy_seed2 Energy Seed - Candeeiro a pilhas usadas energy_seed4 Energy Seed - Candeeiro a pilhas usadas energy_seed5 Energy Seed - Candeeiro a pilhas usadas energy_seed6 Energy Seed - Candeeiro a pilhas usadas

Posted on 20 de Outubro de 2008 by Luis in Mundo

Premiere - Número 01Confesso que nunca tinha ouvido falar na Premiere até descobrir que tinha sido cancelada. Foi num dia que me apercebi que não conhecia revistas de cinema portuguesas e resolvi ir à procura. Faz-me uma certa confusão como é que há tanta revista masculina em Portugal, e quanto a artes, temos uma ou duas por cada, se tanto.

Agora que a Premiere voltou resolvi comprar a primeira edição para ver como era. Embora tenha acesso a muitas notícias e criticas sobre cinema na internet, tenho um certo prazer em folhear uma revista. E embora ainda não tenha lido a fundo toda a revista, dei um olhar por cima, e há coisas que gostei e outras que gostei menos.

Começando pela capa. Embora o Brad dos Pitos Brad Pitt seja um bom actor, a sua cara estatelada na capa, não é algo que me faça comprar a revista. E depois o artigo no interior não é assim tão grande que o justifique. Preferia muito mais o destaque a um filme, ou algo diferente nesta que é um Número 01.

Publicidade. Eu sei que é preciso ganhar dinheiro para pagar os custos da revista, e pagar aos escritores e tal. Mas quando das primeiras dez páginas, sete são publicidade, fico um bocado desiludido. Mas são coisas que se percebem. E já fiquei mais contente por ver que o a publicidade no resto da revista está bem doseada.

A revista, embora pareça pequena, as suas 100 páginas levam o seu tempo a ler com dedicação. Se o inicio é um bocado lento e monótono, quando avança para os artigos especiais, fica muito boa. Gostei especialmente da secção “Os dias de Criswell”, talvez por estar habituado a ler blogs, bem como do “Consultório”. Não percebi a secção “Jogos e Tecnologia”. Bem, tecnologia, ainda vá lá que vai, projectores, televisões. Mas os jogos, a não ser que sejam relacionados com cinema, não fazem muito sentido.

No final fiquei muito satisfeito, é bom ver que ainda se escreve bem em Portugal. À parte de Marias e TV Guias e afins. E sem dúvida que irei comprar o próximo número. Ah, e já agora alguém me explica o que é o “&DVD” no titulo?

Posted on 14 de Outubro de 2008 by Luis in Cinema

parkingday Park(ing) Day - Parques em estacionamentos

Nas grandes cidades a falta de espaços verdes é um problema crescente. Onde antes existiam árvores e jardins existe agora cimento e parques de estacionamento. Numa tentativa de sensibilizar as pessoas para este problema, surgiu em 2005, na cidade de San Francisco (EUA) o Park(ing) Day. Um dia anual (21 de Setembro), em que lugares de estacionamento são transformados em espaços públicos - parques. O evento foi um sucesso, atraindo cidadãos e artistas, e este ano, no passado dia 21 teve a participação de 450 espaços em várias cidades nos Estados Unidos.

O primeiro parque foi construído a 16 de Novembro de 2005, pelo Rebar, um grupo colaborativo de artistas, designers e activistas, que actuam na área do ambiente e do urbanismo. Num espaço de duas horas montaram todo o parque sem que qualquer autoridade os impedisse. Como era um estacionamento pago, a cada hora e meia tinham de meter moedas no parquimetro para poderem usar aquele espaço.

CONTINUAR A LER >

Posted on 22 de Setembro de 2008 by Luis in Mundo