Arquivo para a categoria “Música”

Mia RoseHá alguns dias no programa da Oprah que estava a ser transmitido na Sic Mulher falavam no fenómeno do Youtube e das estrelas do que gerou. Entre cães que andam de skatecasais dançarinos e tenores vendedores de telemóveis, falavam de uma moça que foi descoberta por Justin Timberlake no Youtube e lançou assim a sua carreira. Mas não só de estrelas internacionais é feito o Youtube, também os bons velhos tugas têm lá lugar.

Mia Rose, ou melhor Maria Antónia Sampaio Rosa, nasceu em Londres em Janeiro de 1988, e desde cedo começou a sua paixão pelo mundo da música. O boom deu-se em fins de 2006 quando Mia começou a publicar os seus vídeos no afamado Youtube e em pouco mais de três semanas passou de desconhecida a Youtube Star, com os seus vídeos a serem visto milhões de vezes e o seu canal “Miaarose” a ser subscrito por milhares de pessoas.

Actualmente Mia tenta lançar a sua carreira a solo, e digam lá que a moça não merece?! O seu canal é subscrito por 127,071 utilizadores e já foi visto 9,729,157 vezes.

Apesar de a larga maioria dos seus vídeos serem de covers de músicas em inglês, Mia Rose mostra que não esquece o bom português com uma brilhante interpretação de Nunca me esqueci de ti de Rui Veloso.

Resta esperar que a carreira de Mia tenha sucesso e um dia a possamos ver em palcos internacionais a mostrar que em Portugal também se fazem bons artistas.

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Não, não vou começar a cantar nem lançar nenhum CD, por isso escusam de fugir porta fora.

Alguma vez olharam para o álbum de estreia de uma nova banda/artista e se perguntaram:

«Como é que eles pensaram nisto?»

Pois alguém descobriu a fórmula e o resultado é tão divertido como surpreendente.

  • 1: Clique AQUI: O titulo do artigo será o nome da banda/artista.
  • 2: Clique AQUI: As últimas quatro palavras da última citação formarão o nome do álbum.
  • 3: Clique AQUI: A terceira imagem, seja ela qual for será a capa do vosso álbum.

ideia original: Abduzeedo

Agora experimentem, criem álbuns para as vossas “bandas” e partilhem aqui nos comentários.

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Ontem decidi assistir aos concertos do Rock in Rio através dos canais da SIC (vantagens de ter TVCabo), até porque isto de descer o país para ir ver concertos não é para qualquer bolso, muito menos para o meu.

Depois de um Paulo Gonzo que até soou muito bem temos uma Ivete Sangalo que como sempre consegue animar qualquer público, pondo 80 mil espectadores aos saltos no parque da Bela Vista. Eis que chegam as 10 horas e a altura de um dos concertos muito aguardados neste Rock in Rio, a estreia de Amy Winehouse em Portugal.

Como é sabido Amy Winehouse tem um historial muito sério grave de dependência de álcool e estupefacientes. Aliás uma das suas exigências para este Rock in Rio era ter o camarim recheado de bons vinhos. Acho que muito já se podia adivinhar com esta exigência.

Aliás, não percebo como um festival cheio de bons valores como o Rock in Rio, de relações interculturais, de luta contra o racismo, de solidariedade, se consegue associar a uma artista como Winehouse. Por muito boa artista que seja a bagagem que trás consigo não compensa, pelos menos a meu ver.

Durante o concerto podemos assistir a todo um espectáculo tão triste como cómico, cheio de episódios dignos de uma sitcom, mas daquelas muito rascas. Que passo a enumerar a seguir »

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Dois mexicanos baseados em Dublin, Irlanda, fazem da guitarra acústica arte e vida.

Rodrigo Sanchez, Gabriela Quintera e os seus rápidos dedos criam sons únicos a partir das suas guitarras acústicas.

Nascidos no México, Rodrigo e Gabriela conheceram-se na “Casa de Cultura” na Cidade do México onde Rodrigo tocava bateria com a sua banda Castlow. O grupo mudou de nome para Tierra Acida com a entrada da guitarra de Gabriela. Mais tarde decidiram seguir carreira a sós viajando para a Europa, sendo Dublin a sua primeira paragem.

A sua música é um bocado difícil de descrever, um misto de música do mundo com rock, sem nunca esquecer as influências da música hispânica.

Rodrigo é um hábil tocador de cordas e pode ir de uma grande velocidade a um sensual movimento num estalar de dedos, enquanto Gabriela aplica técnicas rítmicas. Impressionante é o seu trabalho de percussão tanto com as cordas, como do corpo da guitarra, levando-nos imediatamente a uma comparação com o flamengo.

O seu primeiro álbum, homónimo, é composto de nove músicas impressionantes, das quais tenho a destacar Orion, a qual se só se tem o total impacto ao vivo, ou em vídeo, e uma cover de Stairway to Heaven de Led Zeppelin.

É um grupo que recomendo vivamente aqueles que tocam guitarra, vêm o nível que podem atingir, ou então para quem gosta do som único de uma guitarra.

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Nos últimos dias dei por mim a despertar para o Rock Português da década de 80. Isto começou com o Diz que é uma espécie de Reveillon dos Gato Fedorento. Ao ouvir algumas daquelas músicas apercebi-me que me eram familiares e que raio, que até conhecia as letras, mesmo não me lembrando exactamente de onde as conhecia.

Depois de alguma pesquisa, de ouvir muita musica (bendito youtube, muita coisa se encontra lá), chego à conclusão de que já se fez muito boa música em Portugal, nada do que se vê por ai agora, com pimba para aqui e para ali, bandinhas made in morangos ou pseudo-estrelas saídas de pseudo-programas, que mal conseguem passar do primeiro albúm. A década de 80 foi sem dúvida o período áureo do Rock Português, com bandas como Jáfumega, Trabalhadores do Comércio, Peste e Sida, Táxi e os mais conhecidos UHF, GNR, Rui Veloso e Xutos e Pontapés a espalharem o verdadeiro som do Rock pelo país.

Agora passados 20 anos não posso deixar de perguntar onde andam alguns desses grupos… Fiquem a saber a seguir »

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