
Se o primeiro filme pecava pela sua fraca história, este Incrível Hulk redime todos os pecados e grita um sonante Aleluia ao mundo do cinema, ou será um Hulk esmaga?
Esqueçam o outro filme, esqueçam a banda desenhada, o Incrível Hulk sustenta-se a si próprio. Os minutos iniciais do filme, em jeito de flashs mostram-nos a origem do Hulk, numa sequência de imagens cheia de referências à banda desenhada, equipamento da Stark Industries, documentos assinados por Nick Fury. É o Universo Marvel em acção.
Louis Leterrier, o realizador, e a equipa de argumentistas, optam por esquecer completamente o primeiro filme e refazer a história mais coerente e fiel à imagem do Hulk, o resultado é incrível e bate completamente as expectativas que se tinham gerado para este filme.
A história começa no Brasil, onde Bruce Banner está escondido enquanto tenta encontrar uma cura para o seu problema. Entretanto trabalha numa fábrica de engarrafamento de Guaraná, ao lado da bela Débora Nascimento, enquanto se corresponde com um misterioso Mr. Blue, que grande parte do filme eu achava ser o Capitão América (um gajo pode sonhar). Um acidente na fábrica faz com que o General Ross o encontre e envie uma equipa para a sua captura. Segue-se uma perseguição pelas ruas da favela que leva ao aparecimento do Hulk. Gostei de como não quiseram mostrar logo a imagem do Hulk, mantendo-o nas sombras, podendo o espectador ver apenas uma enorme sombra a deslocar-se e coisas e homens a voar (it’s flying men, aleluia…). No fim desta sequência o Hulk sai das sombras pra nos deixar ver a nós e ao seu perseguidor, Emil Blonski, a sua verdadeira e assustadora aparência.





Quem diria que uma comédia romântica pudesse ter tanta piada. O Tesouro Encalhado (Fool’s Gold) são 120 minutos de puro prazer, cheios de gargalhadas e uns pozinhos de boa acção pelo caminho.
My name is McShade, Peter McShade.

